O Capitalismo como religião e sua expansão de fronteiras no Budismo Mahāyāna Brasileiro

A introdução de alguns elementos budistas no Brasil se destacaram como produtos para o bem-estar e essa associação altera o sentido soteriológico da prática e da concepção budista. 

O artigo “O capitalismo como religião e sua expansão de fronteiras no Budismo Mahāyāna Brasileiro”, foi publicado nos Anais do X Congresso Internacional em Ciências da Religião, pela Patricia G. P. Tsai sob a orientação do Prof. Dr. Jung Mo Sung (Programa de Mestrado em Ciências da Religião da Universidade Metodista de São Paulo – UMESP).

Através da discussão do capitalismo como religião abordada por Walter Benjamin e da ideia de “felicidade” debatida por Hannah Arendt, a autora expõe as relações de consumo da “felicidade” e como isso se reflete na sociedade, em contraposição com conceitos fundamentais dos ensinamentos do Buda, como das três raízes aflitivas.

Além de mestranda pela UMESP, Patricia Palazzo Tsai é formada em Teologia Budista pelo Instituto Pramāṇa de Teologias Cristãs e Ciências Budistas (2018), e pertence ao programa de mestrado livre em Teologia Budista pelo Instituto Pramāṇa.

Leia o artigo na íntegra aqui.